Psicoterapia para pessoas que percebem que alimentação, corpo e emoções passaram a ocupar um espaço de sofrimento, culpa, rigidez ou perda de controle dentro da rotina. O acompanhamento psicológico ajuda a compreender esses padrões com mais profundidade, construindo uma relação mais sustentável com comida, corpo e autocuidado.
Atendimento online.
Você pode saber exatamente o que ‘deveria fazer’ e, ainda assim, sentir que não consegue sustentar isso na prática.
Quando esse padrão se repete, surgem culpa, frustração e a sensação de que tudo depende de mais disciplina.
Mas nem sempre o problema está apenas no comportamento alimentar em si. Muitas vezes, existe um funcionamento emocional por trás dessa relação que ainda não foi compreendido.
Você começa e sente dificuldade de parar.
A comida vira resposta para tensão ou cansaço.
O alívio passa e vem cobrança.
O controle termina em novo recomeço.
A imagem corporal pesa na rotina.
Cuidar de si vira obrigação ou compensação.
Você não precisa se reconhecer em tudo. Se essa relação já traz sofrimento, vale olhar com mais cuidado.
A alimentação pode acabar funcionando como uma tentativa rápida de aliviar ansiedade, sobrecarga, frustração, pressão ou cansaço emocional.
Por alguns minutos, comer pode parecer resolver.
Mas depois, muitas vezes, aparecem culpa, autocobrança e sensação de fracasso.
O objetivo da psicoterapia não é criar mais rigidez ou controle, mas compreender o que esse comportamento está tentando sustentar, aliviar ou evitar.
A forma como você se relaciona com a comida frequentemente está ligada à forma como você se percebe.
Quando existe vergonha, comparação constante ou sensação de inadequação, alimentação e corpo podem acabar entrando em uma lógica de controle, compensação e punição.
O acompanhamento psicológico ajuda a compreender essa relação com mais clareza e menos rigidez.
O trabalho terapêutico começa quando você deixa de olhar apenas para episódios isolados e passa a compreender os padrões emocionais e comportamentais que sustentam a relação com a comida.
O objetivo não é criar mais regras ou controle, mas desenvolver mais consciência emocional, flexibilidade e autonomia no dia a dia.
Quando o funcionamento emocional começa a fazer sentido, a mudança deixa de depender apenas de força de vontade.
Nem toda pessoa precisa do mesmo formato de cuidado. Por isso, o acompanhamento pode acontecer de formas diferentes, de acordo com o momento, a necessidade e o tipo de dificuldade vivida.
Indicado para:
Pessoas que percebem que alimentação, emoções, autocobrança e relação com o corpo passaram a gerar sofrimento, perda de controle ou desgaste constante na rotina.
Foco do trabalho:
O acompanhamento permite compreender padrões emocionais ligados ao comportamento alimentar, desenvolver novas formas de regulação emocional e construir uma relação mais flexível e sustentável com alimentação, corpo e autocuidado.
Diferenciais:
Regulação emocional
Relação com corpo e autoestima
Manejo do comer emocional
Flexibilidade alimentar
Desenvolvimento de autonomia e consciência corporal
Indicado para:
Pessoas que desejam um acompanhamento mais direcionado para episódios de compulsão, comer emocional, culpa alimentar, rigidez ou dificuldade de sustentar mudanças.
Como funciona:
Programa estruturado em 12 encontros semanais com foco na compreensão dos padrões emocionais e comportamentais relacionados à alimentação.
Abordagens:
Mindful Eating
Alimentação Intuitiva
Estratégias cognitivo-comportamentais
Focos do processo:
Flexibilidade alimentar
Redução da culpa alimentar
Construção de autonomia
Manejo de compulsão e restrição
Relação mais sustentável com comida e o corpo.
Indicado para:
Pessoas que desejam trabalhar a relação com a comida em um espaço coletivo, acolhedor e conduzido clinicamente.
Como funciona:
Ciclos fechados de 12 encontros semanais voltados para acolhimento, troca de experiências e desenvolvimento de estratégias práticas relacionadas ao comer emocional e comportamento alimentar.
Focos do processo:
Manejo do food noise
Redução da culpa alimentar
Construção de repertório emocional
Desenvolvimento de autoeficácia
Sensação de pertencimento e redução do isolamento
Indicado para:
Pessoas que estão em processo de preparação para cirurgia bariátrica e precisam realizar a avaliação psicológica pré-operatória.
Como funciona:
Avaliação clínica voltada a compreender aspectos emocionais, comportamentais e de rotina que fazem parte do preparo para a cirurgia, considerando expectativas, relação com a comida, relação com o corpo, rede de apoio e adaptação às mudanças envolvidas no processo.
Focos do processo:
Preparo emocional para a cirurgia
Clareza sobre expectativas e mudanças
Relação com alimentação e corpo
Compreensão da rotina e rede de apoio
Avaliação psicológica com responsabilidade clínica
Indicado para:
Pessoas que já passaram pela cirurgia bariátrica e desejam suporte psicológico para atravessar a fase de adaptação ao novo corpo, nova rotina e nova relação com a alimentação.
Como funciona:
Acompanhamento psicológico voltado ao período pós-cirúrgico, ajudando a compreender os impactos emocionais da mudança, a adaptação à rotina alimentar, a relação com imagem corporal e os desafios que podem surgir depois da cirurgia.
Focos do processo:
Adaptação emocional no pós-operatório
Relação com o novo corpo
Mudanças na rotina alimentar
Medo de reganho ou perda de controle
Sustentação do cuidado ao longo do tempo
R: Não. Você pode buscar acompanhamento mesmo sem um diagnóstico. Dificuldades recorrentes com alimentação, culpa, compulsão, rigidez, corpo ou comer emocional já podem ser trabalhadas em psicoterapia.
R: Não. O acompanhamento psicológico atua sobre os aspectos emocionais e comportamentais envolvidos na relação com alimentação, corpo e autocuidado. Quando necessário, ele pode acontecer de forma complementar ao trabalho nutricional ou médico.
R: A psicoterapia individual é um processo mais amplo e contínuo, que permite trabalhar comportamento alimentar junto com outras questões emocionais, relacionais e de rotina. O programa é uma modalidade breve e estruturada, com 12 encontros semanais, voltada especificamente para dificuldades como compulsão, comer emocional, culpa alimentar, rigidez e dificuldade de sustentar mudanças.
R: Sim, desde que essa combinação faça sentido para o seu momento. O grupo e a psicoterapia individual possuem funções diferentes e podem se complementar. Essa indicação é avaliada de forma individual.
R: Não. O foco está na relação com alimentação, corpo, emoções e comportamento. Mudanças físicas podem acontecer ao longo do processo, mas o acompanhamento não oferece promessa de emagrecimento.
R: Não necessariamente. O grupo oferece troca de experiências, identificação, pertencimento e construção de repertório em um ambiente coletivo. A psicoterapia individual permite aprofundar questões específicas da sua história e do seu momento atual.
R: Não para iniciar psicoterapia, participar do programa ou demonstrar interesse no grupo. O encaminhamento pode ser necessário em demandas específicas, como alguns processos relacionados à cirurgia bariátrica ou ao cuidado multiprofissional.
R: Não para iniciar psicoterapia, participar do programa ou demonstrar interesse no grupo. O encaminhamento pode ser necessário em demandas específicas, como alguns processos relacionados à cirurgia bariátrica ou ao cuidado multiprofissional.
R: Os atendimentos são particulares. Quando previsto pelo seu convênio, você pode solicitar reembolso mediante recibo.
A primeira consulta é um espaço para entender o que está acontecendo, identificar seus principais desafios atuais e avaliar qual formato de acompanhamento faz mais sentido para você.
Todas as informações e metodologia são propriedade intelectual e marca registrada de Guilherme Conde.
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